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Vi e vivi - Rachel Dorneles

 



Hoje faço 50 anos, sobrevivi!

Vivi o que é desamor, falso amor e amor superficial.

Tudo isso carregado de microviolências.

 

Fiquei maravilhada com a Comunicação Não Violenta, quando a descobri!

Sinto que é meu o desafio de aprender e aplicar a empatia. Ao longo da vida, tenho carregado intimamente canhões voltados contra mim, respingando estilhaços  nos outros.

 

Curar as feridas da violência e transformá-las em humanidade é uma inspiração vinda do exemplo de Nelson Mandela.

 

Minha sede é de perseverar como os nossos indígenas. E de renascer assim como fizeram os africanos escravizados. Fico me imaginando nessa ou naquela situação.

 

Suspeito que haja uma foça interior, uma grande inteligência cósmica que orienta a quem resiste desde dentro de si para preservar a humanidade. 

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