Pular para o conteúdo principal

Que experiência foi aquela? - Taíse Ribeiro





Mulheres selvagens, com vidas corridas, com grandes histórias e grandes sentimentos.
Gratidão: o universo 
para esse encontro de almas. 
E lá estávamos nós, sentindo e escrevendo sobre diários, liberdade, tigresas e solidariedade.
Que oportunidade foi aquela?
Se expor e ter já apreciadoras.
Apreciar a exposição de pensamentos que movimentam.
Liberdade de se sentir acolhida em meio a tantas diferenças e semelhanças. 
É preciso cuidar, deixar o amor inundar. Cuidar das tigresas que nasceram em mim e nas outras.
Por isso sou grata e não ingrata. 

Comentários

  1. Queria ser acolhida também pela foto! Mas acolhi em meu quarto todos os contos. Maravilhosos contos!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

 Água sólida, Água líquida, Água gasosa;  Água viva, Água morta, Água parada;  Água doce, Água salgada, Água que me faz viver a cada passada;  Água do rio, Água neutra, Água do mar;  Água desperdiçada Água suja Água que cai em pé e corre deitada;   Água pura, Água tratada, Água reutilizada;  Água, Água,...,  Água, Água….,   Água que deságua no lago paranoá  Água cristalina,  Água do céu;  “Água de beber camará”

Receita aromática - Amanda Wanderley

Para sentir o cheiro da raiva, misture uma pitada de grosseria, ¾ de xícara de impaciência, um punhado de intolerância, uma colher de sopa de pisada no pé, um sachê de celular ligado no cinema, uma dose de andar sem máscara na pandemia e ½ colher de pernas pra que te quero. Mexa bem e inale antes de dormir.

Brasília - 1993 - Cecília Aprigliano

Brasília foi uma grande surpresa em minha vida. Outros rostos, outra paisagem.  A minha vinda para Brasília teve um gosto de festa. Estava com medo, mas a novidade de tudo me fazia ficar tão atordoadamente feliz.  Brasília era um mundo de horizontes em todos os sentidos. No geográfico, no emocional e no profissional. A geografia era obviamente tão distinta de tudo que eu estava acostumada, mas era maravilhoso. O sol brilhava muito forte, a luz entrava nos olhos e no nosso corpo de uma forma quase revigorante. Recordo-me do dia que cheguei : a o sair do aeroporto a luz do sol invadiu  meu  corpo, através dos olhos, que não esperavam uma luminosidade tão intensa.   Fui tão bem recebida pela Brasília de amplos horizontes e por amigos queridos. Ia caminhando pelas superquadras com a certeza de que podia viver ali.  A minha profissão  ia crescer aqui, mas eu ainda não sabia.  Logo na chegada procurei colegas de profissão para entender as mi...