Pular para o conteúdo principal

A TROMBA (A história que não te contaram) - André Lima




Hoje eu vou contar para vocês a história de como as trombas surgiram. Não tem nada a ver com evolução, Deus criando o mundo em sete dias, Alá, Buda, seja lá o que for, isso é tudo mentira, mentira pura, então já exclua isso da sua cabeça.


As trombas surgiram no planeta Kalungs 364b-4, que fica na galáxia de Não Sei, no aglomerado de No Meio do Nada. O nome da estrela que iluminava o planeta era Inês-xixtenti e o nome do satélite natural era Siela, (Siela existisse eu falava mais dela). As trombas no início eram seres autônomos e não precisavam de outros seres para sobreviverem. Porém, naquele tempo, governava um rei muito malvado, que enviou uma equipe de espionagem para estudar a Terra, e preparar as trombas para um eventual ataque. Lá elas encontraram os elefantes e acabaram se tornando dependentes deles, porque não precisavam se cansar e tinham comida sempre que queriam, pois quando os elefantes pegavam algo com a tromba, elas tiravam uma parte para consumo próprio.

Essa é a história das trombas e como elas chegaram à Terra.


Outros textos do André em: https://aculpaedasletras.blogspot.com/?m=1 

Crédito da imagem: Lorena Santos @loresinnerbabel 


Comentários

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

 Água sólida, Água líquida, Água gasosa;  Água viva, Água morta, Água parada;  Água doce, Água salgada, Água que me faz viver a cada passada;  Água do rio, Água neutra, Água do mar;  Água desperdiçada Água suja Água que cai em pé e corre deitada;   Água pura, Água tratada, Água reutilizada;  Água, Água,...,  Água, Água….,   Água que deságua no lago paranoá  Água cristalina,  Água do céu;  “Água de beber camará”

Receita aromática - Amanda Wanderley

Para sentir o cheiro da raiva, misture uma pitada de grosseria, ¾ de xícara de impaciência, um punhado de intolerância, uma colher de sopa de pisada no pé, um sachê de celular ligado no cinema, uma dose de andar sem máscara na pandemia e ½ colher de pernas pra que te quero. Mexa bem e inale antes de dormir.

Brasília - 1993 - Cecília Aprigliano

Brasília foi uma grande surpresa em minha vida. Outros rostos, outra paisagem.  A minha vinda para Brasília teve um gosto de festa. Estava com medo, mas a novidade de tudo me fazia ficar tão atordoadamente feliz.  Brasília era um mundo de horizontes em todos os sentidos. No geográfico, no emocional e no profissional. A geografia era obviamente tão distinta de tudo que eu estava acostumada, mas era maravilhoso. O sol brilhava muito forte, a luz entrava nos olhos e no nosso corpo de uma forma quase revigorante. Recordo-me do dia que cheguei : a o sair do aeroporto a luz do sol invadiu  meu  corpo, através dos olhos, que não esperavam uma luminosidade tão intensa.   Fui tão bem recebida pela Brasília de amplos horizontes e por amigos queridos. Ia caminhando pelas superquadras com a certeza de que podia viver ali.  A minha profissão  ia crescer aqui, mas eu ainda não sabia.  Logo na chegada procurei colegas de profissão para entender as mi...